O Município de Braga removeu mais de 900 toneladas de resíduos de obra e descargas ilegais do espaço público, no âmbito de um conjunto de intervenções realizadas ao longo de 2025 e 2026, numa clara aposta da Autarquia com a defesa ambiental, a saúde pública e a qualidade de vida urbana.
Em 2025 foram recolhidas 715,5 toneladas de resíduos em várias freguesias do concelho, resultado de uma operação continuada de limpeza e reposição da legalidade ambiental. Já entre Janeiro e Fevereiro de 2026, os serviços municipais removeram 202,18 toneladas adicionais, elevando o total para 917,68 toneladas de resíduos retirados do espaço público.
As intervenções abrangeram diversas freguesias do concelho, incidindo sobretudo em resíduos de construção e demolição, terras e pedras, resíduos biodegradáveis (frequentemente depositados de forma ilegal em vias públicas, terrenos municipais e áreas sensíveis do território).
O vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Altino Bessa, salienta que estes números evidenciam a persistência do problema, mas também a resposta imediata do município. “Estamos perante situações de claro desrespeito pelo espaço público e pelo ambiente. O Município tem atuado de forma sistemática na limpeza destes espaços, assumindo um esforço financeiro e logístico significativo. Cada tonelada de resíduos abandonados representa um custo acrescido para os contribuintes e desvia recursos que poderiam ser aplicados noutros investimentos estruturantes”.
Altino Bessa destaca ainda a necessidade da responsabilidade individual e coletiva, alertando para o facto de a descarga ilegal de resíduos prejudicar toda a comunidade e comprometer a sustentabilidade do território. “O Município continuará a reforçar as ações de fiscalização e sensibilização, mantendo uma vigilância permanente do território que permite identificar situações irregulares e agir com rapidez. Sempre que se verificam ocorrências de abandono ilegal de resíduos, intervém de forma célere, assegura a limpeza do espaço público e a reposição da legalidade”.
“Paralelamente, apelamos ao cumprimento das regras na descarga de resíduos, através da utilização dos circuitos legais existentes para a gestão de resíduos de construção e demolição. A defesa do espaço público é assumida como uma linha política clara e inegociável, não sendo admissível a normalização de comportamentos ilegais que comprometem a cidade e a qualidade de vida urbana”, conclui Altino Bessa.
Município de Braga, 01 de Março de 2026







