Património Arqueológico
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Município de Braga
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Em termos arqueológicos, encontra-se na cidade, entre outros:
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Domus da Escola Velha da Sé |
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A Domus da Escola Velha da sé, localiza-se na rua D. Afonso Henriques, na zona central da cidade. O edifício da “Escola Velha da Sé”, é um espaço de visita obrigatória, que nos conta um pouco da história bimilenar da cidade de Braga. Através das ruínas conservadas que documentaram a transformação do espaço urbano entre a época romana e a atualidade, no interior do espaço da “Escola Velha da Sé” convivem vestígios de parte de uma casa romana que foi alterada ao longo dos séculos, estruturas defensivas medievais e a traça do edifício da escola, que nos remete para a urbanização da rua D. Afonso Henriques, rasgada nos finais do século XIX.
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A Fonte do Ídolo (M.N./V.)* é um monumento romano da cidade, localiza-se na Rua do Raio, na zona central da cidade.
Possivelmente construída no século I dC, A Fonte do Ídolo consiste de uma fonte de água com inscrições e figuras esculpidas em um afloramento natural de granito. Uma inscrição indica que um tal Célico Fronto, natural de Arcóbriga, mandou fazer o monumento. Perto dessa inscrição se encontra uma figura vestida com uma toga, que poderia representar o dedicante. Ao lado, sobre a fonte d'água, se encontra outra figura esculpida: um busto, erodido, dentro de um nicho de perfil clássico com uma figura de uma pomba no frontão. Perto dessa figura se encontra outra inscrição com o nome do dedicante e o nome da divindade Tongoenabiago, que provavelmente é representada pela figura do nicho. Perto da fonte se encontraram vestígios arquitetónicos que indicam que o santuário pode ter sido parte de um templo.
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As Termas Romanas do Alto da Cividade (M.N./V.)* ficam situadas na freguesia de Cividade.
Em 1977, escavações efetuadas na colina da Cividade de Cima, puseram a descoberto as ruínas dumas termas públicas junto ao Forum da antiga cidade romana, situado, segundo a tradição, no actual Largo de Paulo Orósio. As termas públicas eram vastos edifícios preparados para proporcionar aos habitantes ou visitantes da cidade a possibilidade de tomar o seu banho de acordo com as regras prescritas pela medicina da época. Segundo estas, o banhista devia começar por untar o corpo com óleos e praticar alguns exercícios de ginástica, desporto ou luta livre. Entrava depois numa sala muito aquecida, o sudatório, onde transpirava abundantemente. Passava então ao caledário, sala ainda aquecida, onde podia lavar-se e retirar os restos de óleo. Depois de uma curta passagem pelo tepidário, mergulhava na piscina do frigidário, cuja água gelada lhe revigorava o corpo, sendo em seguida massajado e untado de óleos aromáticos.
A área escavada das termas ocupa cerca de 850 m2. Estas termas eram, todavia, mais vastas, como se pode ver pela presença do hipocausto e piscina a sul, separados do restante corpo do edifício por um estreito corredor. Foram construídas nos finais do século I, restando desta fase o testemunho das quatro salas quentes cujos hipocaustos se encontram relativamente bem conservados. Não se conseguiu ainda definir o seu circuito interno nem a função de alguns dos seus compartimentos anexos. Nos finais do século III, o edifício sofreu uma grande remodelação e a sua superfície foi muito reduzida.
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O Balneário Pré-Romano de Bracara (V.)* ou Balneário pré-romano da Estação da CP, situa-se na Estação de Caminhos de Ferro.
Foi descoberto durante as escavações da nova estação de comboios de Braga. Tem cerca de 4 m de comprimento x 2 m de largura, e segundo os arqueólogos foi construído durante o período pré-romano (época castreja) no noroeste da Península Ibérica.
O balneário era semienterrado, típico da cultura castreja, de paredes em pedra e teto em lajes de pedra que encaixavam nas paredes exteriores e numa viga central de madeira. O interior estava dividido em três zonas, uma sala de sauna, um forno e uma sala intermédia de transição. Entre a sala intermédia e a sala de sauna existe uma grande laje com uma abertura semicircular, abertura que permitiria a entrada e saída da sala de sauna. A laje destinava-se a reter o calor proveniente da sala de sauna. |
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Abreviaturas* M.N.- Monumento Nacional I.I.P. - Imóvel de Interesse Público V. - Visitável | |
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Eventos
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