|
A realidade do Centro Histórico do final dos anos oitenta, consubstanciava-se numa rotina de progressiva e acelerada degradação, sendo esta zona nobre da cidade sinónimo de declínio, problemas e dificuldades, onde à exceção da autarquia, nada, nem ninguém intervinha.
O processo global de reabilitação desde então desenvolvido, nomeadamente sobre o espaço urbano, a par da profunda renovação urbanística das Ruas, Praças e Largos, incluindo as respetivas infraestruturas e a salvaguarda sistemática do património arqueológico, induziu a recuperação do edificado situado na sua envolvente direta e indireta. |