A Câmara Municipal de Braga, consciente da importância da cooperação intermunicipal, tem vindo a desenvolver relações com as suas congéneres, através das geminações e protocolos de cooperação.
A este nível o Município tem privilegiado, as relações com municípios de países com expressão portuguesa e onde exista uma comunidade portuguesa expressiva e originaria da região do Minho.
Estes protocolos permitem estreitar os laços e as relações de amizade, pelo qual um cidadão destas cidades pode participar nos serviços que a outras cidades lhe oferecem.
O objetivo fundamental é contribuir para cimentar a amizade, confiança, reforçar os laços históricos e culturais, com um interesse mútuo na indústria, comércio e educação.
Nesse sentido o Município estabeleceu protocolos e acordos
Astorga é uma cidade espanhola, localizada na província de León (Comunidade de Castilla e León). Sede da comarca Maragatería e a quinta cidade mais povoada da província. É também capital de uma das maiores e mais antigas dioceses de Espanha, cuja jurisdição abrange metade da província de León e parte das de Orense e Zamora.
Inicialmente, a cidade, recebeu o nome de Astúrica, pelas tropas romanas que ai se sediaram, no ano 14 a.C.
Posteriormente, o Imperador Octávio Augusto deu-lhe o apelido de Augusta (Astúrica Augusta). Tendo sido uma das principais cidades do noroeste hispânico, durante o Império Romano e designada por Plínio como Urbs Magnífica.
Astorga faz parte da “Via da Prata” (Iter ab Emerita Asturicam), estrada romana que a unia com Emérita Augusta (Mérida). É também ponto de passagem das peregrinações ao túmulo de Santiago, o caminho de Santiago que passa pela cidade.
Durante a guerra da independência (1808-1812), Astorga resistiu ao cerco das tropas napoleónicas, este feito valeu-lhe a menção de Benemérita. Por este e outros méritos contraídos ao longo da história tem o timbre de Ciudad Muy Noble, Leal, Benemérita, Magnífica, Augusta y Bimilenaria.
A cidade é um importante centro de serviços, comercio e turismo, quer pela sua história e monumentos, dos quais se destacam, a Catedral de Santa Maria, do séc. XIII, o Palácio Episcopal, de Gaudí (estilo neogótico e atual Museu dos Caminhos), a Sede do Município, um palácio do século. XVII e a Igreja de Santa Marta, que conserva uma cela para as mulheres de “moral duvidosa”.
» Bissorá - Guiné Bissau
Localização:
População: 50.774 habitantes (INE 2004)
Área:km2
Bissorã é uma cidade da Guiné-Bissau, na africa ocidental, situada na região de Oio, no estuário do rio Cacheu.
Situada entre o Equador e o Trópico de Câncer, a Guiné-Bissau tem um clima tropical com uma temperatura média de 27°c apresentando fraca amplitude durante o ano.
Graças às condições ecológicas bastante favoráveis, o sector agrícola e florestal continuam a ser dos mais importante da economia de Bissorã, nomeadamente a agricultura de subsistência (o milho, fruta fresca, castanha de caju, batata doce, mandioca, feijão) e a exportação de madeira, que provem da floresta que envolve Bissorã.
A central elétrica de Bissorã, abastece toda a cidade e toda a indústria de exportação de madeira, envolvente.
Clermont-Ferrand é uma cidade francesa, na região administrativa de Auvergne, no departamento Puy-de-Dôme, estendendo-se sobre o Valle de Limagne no maciço central. Clermont-Ferrand encontra-se no centro do Parque Natural dos Vulcões da Auvergne, dos quais se eleva o Puy-de-Dôme, o seu mais famoso vulcão.
A cidade nasceu da união de duas cidades, Clermont e Montferrand, no reinado de Luís XIII e confirmada por Luís XV. Passando a chamar-se Clermont-Ferrand, cidade de dois núcleos ou cidade de dois centros.
Clermont remonta á antiguidade e assume rapidamente o caris de cidade episcopal. A mais antiga referência á existência de Clermont está presente numa obra de Strabon, do início do século I. A cidade foi então denominada Nemossos e qualificada de "metrópole" das Arvernes. Em meados do século I, passou a denominar-se Augustonemetum e conhece uma fase de expansão que termina em meados do século III.
Montferrand foi fundada no início do século XII pelos condes de Auvergne, segundo o modelo das cidades novas do Sul. Na altura da união, entre as duas cidades, Montferrand não era não mais do que uma cidade satélite de Clermont, e assim se manteve até ao início do século XX. E foi com a construção da fábrica da Michelin e dos jardins da cidade, que surge a nova Clermont-Ferrand. Embora, atualmente as duas cidades estejam fundidas, existem em Clermont-Ferrand dois centros urbanos distintos.
Puteaux é uma cidade Francesa, dos subúrbios ocidentais de Paris, no centro do departamento de Hauts-de-Seine. Situada na margem esquerda do rio Seine, confronta a Norte com Coubevoie, a Sul com Suresnes e a Oeste com Nanterre. Puteaux liga-se a Paris pela Ponte de Puteaux e pela Ponte de Neuilly.
É uma das cidades mais povoadas da Europa, onde se distingue varias zonas urbanas.
O Bas de Puteaux (Baixo Puteaux), a zona urbana mais antiga de Puteaux, situada entre a linha de comboio e o Seine, onde se enconta a Igreja velha, o Teatro Hauts-de-Seine, o Edificio da Câmara, construído em 1934 um exemplo da arquitectura da época, a zona comercial das ruas Jean Jaurès, Eichenberger e Chantecoq e a Avenida Richard Wallace considerada os “champs-Élysées” de Puteaux.
O Haut de Puteaux (Alto Puteaux), situado a leste da linha de comboio, é uma área residencial mais recente, de onde se destaca as “résidences des rosiers” de Cartault, Marcellin Berthelot, Bernard Palissy.
La Defense, situada mais a Norte, delimitada pela circular urbana, é um dos principias centros de negócios da Europa, onde predominam os edifícios de escritórios e algumas zonas residências famosas (Tour Défense 2000, résidence Boieldieu). Dois terços do território, de la Defense ficam em Puteaux, o restante divide-se entre Courbevoie e Nanterre. Assim, o centro de novas industrias e tecnologias - CNIT, o Arco de la Defense e o centro comercial “Quatre Temps” encontram-se em Puteaux.
E o Île de Puteaux, onde se encontra um enorme complexo desportivo (cortes de ténis, estádio de futebol, piscinas, etc), inaugurado em Julho de 2006, com bem com uma grande área de parques e jardins.
Santo André é um município do estado de São Paulo, integrando um grupo de municípios conhecidos como Região do Grande ABC, que corresponde a Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Maúa, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.
Em 8 de Abril de 1553, Santo André da Borda do Campo, como era então chamada, foi fundada pelo bandeirante João Ramalho, que se uniu à índia Bartira filha do cacique Tibiriça, da tribo dos Guaianeses.
João Ramalho passou a governar a vila, como alcaide-mor, até 1560, quando foi extinguido o povoado ramalhense, e toda a população foi transferida para a Vila de São Paulo de Piratininga, dos jesuítas do Pátio do Colégio.
A Vila de Santo André da Borda do Campo é recordada não só pela sua importância histórica no planalto mas também por ser uma referência do quinhentismo. E nada tem a ver, com o actual Município de Santo André.
O município actual só reaparece no séc. XIX, com a passagem da linha férrea Santos Jundiaí ou São Paulo Railway, que começou a ser construída em 1860. Em 1867 surge o actual centro histórico de Santo André, que foi surgindo lentamente ao redor da estação férrea São Bernardo. Mais conhecido por Alto da Serra ou Vila de Paranapiacaba.
Em 1889, o presidente da província de São Paulo, Pedro Vicente de Azevedo, formaliza a criação do município de São Bernardo, que incluía o território todo o território do Grande ABC.
O nome Santo André só surge em 1910, em alusão á antiga e desaparecida vila de Santo André da Borda do Campo.
São Nicolau é uma das ilhas do Barlavento de Cabo Verde. É uma ilha montanhosa, resultado de um passado vulcânico muito activo.
O Monte Gordo com 1304 metros é o ponto mais elevado da ilha e a ele confluem dois maciços, um no sentido norte/sul e outro no sentido este/oeste.
A ilha com uma economia fundamentalmente agrícola, está sujeita a secas, mas ainda assim com potencialidades agrícolas, começou por ter como principal produto de exportação o café, vindo este a ser substituído pela cana do açúcar.
Povoada pela primeira vez no século XVI, é conhecida pelas suas montanhas e pela principal vila, Ribeira Brava, há muito sede da diocese de Cabo Verde. A sua outra vila é o porto do Tarrafal.
A Ribeira Brava é uma vila com ruas estreitas e onde, pela sua arquitectura e simbolismo, se destacam a Igreja Matriz e o Seminário-Liceu, este aberto em 1866. Reconhecida como o berço do movimento literário “Claridade”, um marco para a literatura de Cabo Verde, distingue-se como um importante foco de cultura que veio influenciar várias gerações de intelectuais cabo-verdianos.
A pesca é uma actividade importante na ilha e serviu de base à instalação de uma indústria de conservas de peixe no Tarrafal, uma aldeia piscatória, situada no extremo leste e que veria a conhecer um acelerado desenvolvimento, que a levaria à categoria de Vila no início da década de noventa.
O crescimento notório verificado, despertou nas populações locais o desejo de autonomia, concretizada com a elevação da região do Tarrafal a Concelho, em 2005, através da lei n.º 67/VI/2005, resultado da desanexação de parte do território do Concelho de São Nicolau, que passou a denominar-se Concelho da Ribeira Brava.